O passado 14 de Junho tinha lugar no Instituto Xelmírez de Compostela umha merecida homenagem ao histórico militante nacionalista Luís Gonçales Blasco FOZ. O acto, apresentado por Comba Campoi e Xan Carlos Ánsia, contou com as intervençons de Xesús Sanxoás, Manuel A. Fernández Domínguez, Bernardo Penabade, Charo Lopes, Antom Árias Curto e Antón Moreda e com as actuaçons de Miro Casabella, Tino Baz , A Quenlla e Xico de Carinho. Desde Gzvideos quere-mos fazer a nossa particular homenagem ao FOZ meiante a confecçom deste vídeo em dúas partes que resume um acto que durou quase três horas. Desde aquí aproveita-mos para agradezer aos promotores a magnífica organizaçom do acto, especialmente a Ramón Muntxaraz, ao que vai adicado o vídeo.
Gonçales Blasco, segundo Ánsia, “representa a figura do militante que têm as raízes na Terra e a entrega à defesa dos direitos de um povo”. Mais conhezido como Foz (concelho onde nasceu no 1941), fijo parte do Bacharelato en Xixón, e logo marchou estudar Engenharía de Caminhos a Madrid, e entrou em contacto com o Grupo Brais Pinto. Na súa volta a Galiza, contactou com a Associaçom O Galo, formou parte do Consello da Mocedade no 62 e 63, e um ano depois foi um dos fundadores da UPG. Estivo no mítico jantar da Rocha, no 64, acompanhando a Ferrín, Queizán, Celso Emilio Ferreiro, Bautista Álvarez ou Luís Soto. Também criara várias agrupaçons antifascistas (o PCMLG e FUDEG) na USC, pero, perseguido pola Brigada Político-Social Franquista, no 68, exiliou-se à França.
O 3 de fevereiro do 74 quando Gonçales Blasco e Carlos Xoán Diaz, xa falecido, Hervé Grall pola UDB, e Eoín O’Murchu polo IRM elaboram e asinam a Declaraçom de Brest, que denunciava os regimes fascistas e a situaçom de opressom colonialista às naçons sem Estado na Europa. À volta do exilio, Foz abandona a UPG, já no 78, para entrar no Partido Galego do Proletariado. No 87 participa na fundaçom da FPG, e déixa-a dous anos depois para se incorporar à Assembleia do Povo Unido. Ao desaparecer esta organizaçom, Foz centrou-se no eido laboral (como professor de literatura e língua no ensino meio, no instituto que acolle a homenagem em particular), e hoje colabora com diferentes entidades sociais: é sócio de honra da Asociación de enfermos mentais Aluvión, vogal da Associaçom Pro-Académia da Língua Portuguesa na Galiza, (AGLP), e secretário na Asociación Cultural Gaiola.








































